Foto: Glauber Siqueira

Encontrou um ave anilhada?

Foto: Cláudio Dias Timm

Sistema Nacional de Anilhamento.

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Destaques

  • DIVULGAÇÃO DA LISTA DE SELECIONADOS PARA O CURSO DE ANILHAMENTO EM BRASÍLIA-DF

    SELECIONADOS:

    1.    Carla Josiane Terres
    2.    Cassiana Alves de Aguiar
    3.    Fernando Henrique Previdente
    4.    Fernanda Riera Paschotto
    5.    Isis Costa Cambraia
    6.    Jaqueline Orlando
    7.    Lucylli Alves dos Santos
    8.    Maíla Brandão Couto
    9.    Marcela Gilberti
    10.  Rafael Mitsuo Tanaka
    11.  Silvander Aparecido Mendes Pereira
    12.  Vinícius Rozendo Vianna

     

    SUPLENTES

    1.    Cláudia Cavalcante Rocha Campos
    2.    Priscila Bernardes Couto
    3.    Raquel Justo
    4.    Jonatas Souza Rocha

     

    Conforme previsto no edital, os selecionados devem confirmar sua participação por meio do e-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo., até as 23 horas e 59 minutos do dia 22/09/2017 (horário oficial de Brasília). A não confirmação será considerada como desistência. Em caso de desistências, serão convocados os suplentes, seguindo a classificação.

     
  • Brasil fortalece sua Participação em Acordo Internacional vinculado à Convenção sobre Espécies Migratórias (CMS) das Nações Unidas (PNUMA)

    O Grupo de Trabalho de Populações e Estado de Conservação do Acordo Internacional para a Conservação de Albatrozes e Petréis (PaCSWG4 do ACAP) promoveu sua quarta reunião em Wellington na Nova Zelândia no período de 07 a 08 de setembro de 2017. Os dois dias, que contaram com a presença do Brasil através do CEMAVE e Projeto Albatroz, foram de produtiva discussão sobre o que vem acontecendo no mundo com estas aves incríveis presentes em todos os oceanos do planeta, suas tendências populacionais, bem como atualizações sobre estado atual das ameaças às populações e efetividade das ações de conservação. Este importante momento de troca de experiências e decisão sobre os próximos passos do Acordo acontece depois de uma reunião que teve duração de três dias de seu grupo "irmão" que trata da Captura Incidental de Albatrozes e Petréis na Pesca (SBWG8). As deliberações dos dois Grupos de Trabalho serão reportadas na próxima reunião do Grupo Assessor do ACAP em sua décima reunião, que ocorrerá ao longo da próxima semana (AC10). Mais detalhes podem ser encontrados no próprio endereço do ACAP: https://www.acap.aq/en/14-news/latest-news/2849-fourth-meeting-of-the-acap-population-and-conservation-status-working-group-a-participant-portfolio

     

    O ICMBio faz parte oficialmente deste Grupo de Trabalho desde maio do ano passado através de sua representação técnica pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres - ICMBio/CEMAVE. Na presente reunião de 2017 do PaCSWG/ACAP o CEMAVE desempenhou função-chave no Acordo, não apenas aportando informações técnicas do país sobre as suas espécies migratórias de albatrozes e petréis, como também atuando na Vice-Coordenação do Grupo, além de participar da condução e relatoria da reunião. As ações do Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Albatrozes e Petréis/PLANACAP são convergentes com as estratégias e ações do ACAP e a aproximação cada vez maior com os países com os quais compartilhamos fases do ciclo anual destas aves migratórias nos fortalece mutuamente.

     

    Os albatrozes estão entre as aves voadoras de maiores dimensões, podendo chegar a uma envergadura de asas de 3,60 metros. Os petréis são aves de pequeno e médio porte, com menos de um metro de envergadura de asas. São considerados o grupo de aves mais ameaçado e as aves marinhas mais oceânicas, raramente se aproximando da terra, exceto para reprodução. Possuem comportamento colonial, nidificando normalmente em ilhas oceânicas remotas, muitas vezes nas quais diversas espécies instalam seus ninhos próximos uns aos outros. Diversas espécies realizam amplos movimentos migratórios e longas viagens de alimentação que cobrem milhares de quilômetros, podendo, por exemplo, circundar o continente antártico. Além disso, são aves de impressionante longevidade, um albatroz de nome "Wisdom" é reconhecido como a ave em ambiente natural mais velha do mundo, tendo sido anilhada em 1956.

     

    No Brasil temos apenas dois petréis residentes, ou seja, que se reproduzem em território brasileiro. As demais espécies são os albatrozes e petréis visitantes, que apesar de não se reproduzirem no Brasil frequentam a costa brasileira vindo de ilhas distantes para aqui se alimentarem durante longos períodos, todos os anos. Estas espécies interagem fortemente com barcos de pesca oceânica perseguindo as embarcações na tentativa de obter alimento, tanto aqueles advindos do rejeito da pesca quanto aqueles utilizados como iscas pelos pescadores. Ao tentar retirar as iscas dos anzóis, muitas vezes são capturadas incidentalmente e arrastadas para o fundo do mar morrendo afogadas. A grande capacidade de deslocamento e a ampla área de distribuição destes Procellariiformes implicam que as atividades pesqueiras no Brasil interfiram nas populações que se reproduzem na Antártica, ilhas subantárticas, ilhas do Atlântico Sul e também nas populações que se reproduzem nas ilhas da Nova Zelândia a Austrália. Os índices de mortalidade são elevados e as ações previstas no Plano de Ação Nacional para a Conservação de Albatrozes e Petréis visam reduzir essa mortalidade.

    Além disso, os petréis residentes sofrem também com a degradação das ilhas, áreas de reprodução, através da introdução de espécies exóticas pelo homem. Espécies como as cabras, que suprimiram a vegetação natural das ilhas consumindo-as no passado; outras espécies como ratos, gatos, cães e outros predam ovos, ninhos e filhotes. A introdução de espécies exóticas nos locais de reprodução é um dos maiores problemas para considerável parcela das aves marinhas ameaçadas de extinção em todo o mundo.

     

     
  • CEMAVE abre inscrições para programa de voluntariado na Paraíba

     
  • CEMAVE abre Edital para Curso de Anilhamento de Aves Silvestres

     
  • Expedição estuda aves do extremo sudoeste do RS

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