Ir direto para menu de acessibilidade.
Início do conteúdo da página

Pesquisa e Monitoramento

Publicado: Quarta, 06 de Junho de 2018, 13h23 | Última atualização em Quarta, 06 de Junho de 2018, 13h23 | Acessos: 259

O CPB buscou ao longo de sua existência concentrar esforços na geração de informações sobre espécies de primatas ameaçados, em especial, e mesmo populações, pouco conhecidas e/ou que não dispunham de nenhuma ação de pesquisa em andamento.

Nesta lógica, o CPB mapeou populações de primatas ameaçados com ocorrência no Nordeste Brasileiro, mais especificamente de Callicebus coimbrai, Cebus kaapori, Alouatta ululata, A. belzebul e Sapajus flavius, este último táxon redescoberto em 2006 por este Centro em parceria com a UFPB. Gerou informações sobre a demografia, ecologia, genética e aspectos sanitários de Sapajus flavius e Callicebus coimbrai. Com o apoio da Rebio Guaribas promoveu, e segue atuando, na consolidação do repovoamento por A. belzebul nesta Unidade de Conservação. Atuou em situações de epizootias envolvendo Callithrix, Sapajus e Alouatta e estabeleceu cooperações com diversos grupos de pesquisa pelo Brasil.

Ultimamente, este Centro vem se dedicando às ações de pesquisa (1) apontadas pelos Planos de Ação Nacional para a Conservação dos Mamíferos da Mata Atlântica Central e Primatas do Nordeste. Como o estudo de métodos para o manejo e controle de populações de primatas invasores, análises de viabilidade populacional, de programas de conectividade, dentre outras. E (2) a execução de projetos não vinculados diretamente a PANs, mas que subsidiarão os futuros e mesmo os PANs já existentes. A saber, o Projeto "Primatas em Unidades de Conservação da Amazônia", que conta com a participação de Analistas Ambientais primatólogos lotados em unidades descentralizadas pela Amazônia Legal, e o estudo "Efeito da implantação de conexão artificial por meio de barramento hidroelétrico nos padrões de deslocamento, dispersão e de possível hibridação, em populações de primatas ameaçados de diferentes espécies", que aborda questões relacionadas ao movimento de primatas além de seus limites originais de distribuição permitidos pela presença de estruturas antrópicas, como pontes.

Acesse os links abaixo para maiores informações sobre os Projetos:

Projeto Primatas em Unidades de Conservação da Amazônia

Projeto Macacos-Pregos utilizando pontes artificiais da Usina Hidroelétrica de Paulo Afonso (BA)

Fim do conteúdo da página