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Répteis - Amphisbaena alba

AVALIAÇÃO DO RISCO DE EXTINÇÃO DE Amphisbaena alba Linnaeus, 1758, NO BRASIL



Guarino Rinaldi Colli1, Jéssica Fenker Antunes 2, Leonardo Gonçalves Tedeschi1, Yeda Soares de Lucena Bataus3, Vívian Mara Uhlig3, Adriano Lima Silveira4, Carlos Frederico Duarte da Rocha5, Cristiano de Campos Nogueira6, Fernanda de Pinho Werneck7, Geraldo Jorge Barbosa de Moura8, Gisele Regina Winck5, Mara Cíntia Kiefer9, Marco Antônio de Freitas10, Marco Antônio Ribeiro Júnior11, Marinus Steven Hoogmoed11, Moacir Santos Tinoco12, Rafael Martins Valadão3, Renata Cardoso Vieira13, Renata Perez Maciel13, Renato Gomes Faria14, Renato Recoder15, Robson Waldemar Ávila16, Selma Torquato da Silva17, Síria Lisandra de Barcelos Ribeiro18 e Teresa Cristina Sauer de Avila Pires11.

1. Universidade de Brasília - UnB
2. Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Répteis e Anfíbios - Bolsista/RAN/ICMBio
3. Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Répteis e Anfíbios - RAN/ICMBio
4. Museu Nacional – MN/UFRJ
5. Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ
6. Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo - MZUSP
7. Instituo Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPA
8. Universidade Federal Rural de Pernambuco-UFRPE
9. Universidade Federal Fluminense - UFF
10. Parque Nacional Catimbau - Parna Catimbau/ICMBio
11. Museu Paraense Emílio Goeldi - MPEG
12. Universidade Catolica do Salvador - UCSAL
13. Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS
14. Universidade Federal de Sergipe - UFSE
15. Universidade de São Paulo - USP
16. Universidade Regional do Cariri - URCA
17. Universidade Federal de Alagoas - UFAL
18. Universidade Federal do Oeste do Pará - UFOPA
 

Colli, G. R.; Fenker, J. A.;Tedeschi, L. G.;Bataus, Y. S. L; Uhlig, V. M.; Silveira, A. L.; Rocha, C. F. D.;Nogueira, C. C.;Werneck, F. P.;Moura, G. J. B.;Winck, G. R.;Kiefer, M. C.; Freitas, M. A.; Ribeiro Júnior, M. A.;Hoogmoed, M. S.; Tinoco, M. S.; Valadão, R. M.; Vieira, R. C.; Maciel, R. P.; Faria, R. G.; Recoder, R.; Ávila, R. W.; Silva, S. T.; Ribeiro, S L. B & Avila-Pires, T. C. S.. 2016. Avaliação do Risco de Extinção de Amphisbaena alba Linnaeus, 1758, no Brasil. Processo de avaliação do estado de conservação da fauna brasileira. ICMBio. http://www.icmbio.gov.br/portal/faunabrasileira/carga-estado-de-conservacao/8777-repteis-amphisbaena-alba

   Amphisbaena alba
Foto:
Elaboração: Leonardo Tedeschi (UnB) e
NGeo/RAN/ICMBio, 2014

Ordem:  Squamata
Família:  Amphisbaenidae.

Nomes comuns:  Cobra-cega, cobra-de-duas-cabeças e mãe-da-saúva. Red Worm Lizard. Witte wormhagedis (Uétz, 2014).

Sinonímias: Amphisbaena rosea, Amphisbaena flavescens, Amphisbaena beniensis (Uétz, 2014).

Notas taxonômicas:  Não há.

Categoria e critério para a avaliação da espécie no Brasil: Menos preocupante (LC).

Justificativa: Amphisbaena alba está amplamente distribuída pela América do Sul. É elegível para avaliação regional. No Brasil existem registros para todos os biomas, exceto o Pampa, em diferentes tipos de solo e ambientes, incluindo urbano. Ocorre em várias unidades de conservação. Sua extensão de ocorrência calculada para a Brasil é de 7.973.868,6 km2. Não são conhecidas ameaças evidentes que possam afetar a espécie ao ponto de colocá-la em risco de extinção. Por essas razões, Amphisbaena alba foi avaliada como Menos preocupante (LC).

Histórico das avaliações nacionais anteriores: Não há.

Justificativa para a mudança em relação à lista nacional anterior:  Não é o caso.

Avaliações em outras escalas: 
Internacional:  Na Lista Vermelha da União Internacional para Conservação da Natureza (UICN) a espécie foi avaliada como Menos Preocupante (LC) (Mott, 2010).
Estaduais:  Não há.



Amphisbaena alba tem ampla distribuição na América do Sul, inclusive no Brasil. É possivelmente a espécie de Amphisbaena com maior distribuição conhecida (Colli & Zamboni, 1999). Ocorre em todos os países da América do Sul, exceto Argentina, Chile e Equador. No Brasil, tem registro em todos os estados exceto Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul (Abe & Johansen, 1987; Adamson, 1988; Ali et al., 1984; Almeida et al., 2009; Andrade et al., 2006; Antoniazzi et al., 1993; Arandas-Rego, 1967; Azevedo-Ramos & Moutinho, 1994; Balestrin& Capellari, 2011; barros-Filho & Nascimento, 2003; Barros-Filho & Valverde, 1996; Borges-Nojosa & Cascon; Campos et al., 2010; Cintra et al., 2009; Cole et al., 2013; Colli & Zamboni, 1999; Costa et al., 2009; Dal Vechio et al., 2013; Dias & Rocha, 1992; 2014; Dirksen & Riva, 1999; Esqueda & La marca, 1999; Esteves et al., 2008; Foureaux et al., 2010; Freitas et al., 2012; Gallango& Suinaga, 1979; Gans, 1962; Garda et al., 2013; Gorzula et al., 1977; Hoogmoed, 1973; Laison, 2003; Loebmann & Haddad, 2010; Maschio et al., 2009; Montero & Terol, 1999; Moura et al., 2011; Pavan & Dixo, 2004; Rego, 1967; Junior et al., 2009; Markesich, 2002; Ribeiro et al., 2008; 2012; Roberto et al., 2014; Rocha, 1992; Rosenberg, 1967; Sales et al., 2009; Santos et al., 2014; Schimidt & Inger, 1951; Silva-Jr et al., 2009; Vanzolini, 1974; CHUNB, 2014; SISBio, 2014). Sua extensão de ocorrência foi calculada em 7.973.868,6 km2, via mínimo polígono convexo formado a partir dos pontos de registro no Brasil e nos países vizinhos, considerando-se apenas a área para o Brasil, o que corresponde a 69,8% da distribuição global.

 Não há informações disponíveis sobre abundância para esta espécie, mas é considerada relativamente comum.

Os anfisbenídeos são répteis fossoriais, principal característica do grupo, o que molda a sua morfologia, ecologia e habitat. Devido a isto, é um dos grupos de Squamata menos conhecidos. Possui corpo cilíndrico, robusto, uniforme, desprovido de patas e mãos, a cauda é forte e curta, com o mesmo formato que a cabeça, o corpo é coberto de pequenas escamas com sulcos longitudinais, formando anéis ao redor do corpo (Cunha, 1961). Amphisbaenia alba é possivelmente a espécie com mais estudos dentro dos anfisbenídeos brasileiros. É reconhecidamente associada a formigueiros, sendo conhecida como mãe-da-saúva (Azevedo-Ramos & Moutinho, 1994). É uma das maiores anfisbênias Neotropicais, podendo chegar até 735 mm de comprimento rostro-cloacal (Cunha, 1961). Sua dieta inclui uma ampla gama de itens alimentares, entre eles formigas, besouros e gafanhotos (Colli & Zamboni, 1999). É ovípara, tem reprodução sazonal e ninhada de até oito ovos (Andrade et al., 2006). Ocorre em diversos ambientes e biomas, podendo ser encontrada em ambientes preservados, mas também em ambientes urbanos, onde seu registro ocorre com frequência (Costa et al., 2009; Santos et al., 2014). Têm preferência por áreas florestadas na Mata Atlântica (Centro de Ecologia e Conservação Animal, comunicação pessoal, 2013) e ambientes com serapilheira na Caatinga (Juliana Rodrigues, comunicação pessoal, 2014).

Embora haja perda de vegetação nativa, na área de distribuição da espécie, não há ameaças evidentes que possam levá-la a algum grau de risco de extinção.

A espécie ocorre na área de abrangência do Plano de Ação Nacional para Conservação da Herpetofauna Ameaçada da Mata Atlântica Nordestina (Brasil 2013) e do Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna da Mata Atlântica do Sudeste, cuja aprovação está prevista para 2015 (Vivian Uhlig, comunicação pessoal, 2014).

Área de Proteção Ambiental  Bonfim / Guaraíra, Área de Proteção Ambiental Chapada do Araripe, Área de Proteção Ambiental das Nascentes do Rio Vermelho, Área de Proteção Ambiental de Cananéia-Iguapé-Peruíbe, Área de Proteção Ambiental de Muricí, Área de Proteção Ambiental do Arquipélago do Marajó, Área de Proteção Ambiental do Pratagy, Área de Proteção Ambiental do Rio Preto, Área de Proteção Ambiental Piracicaba Juquerí-Mirim Área II, Área de Proteção Ambiental Rio Batalha, Área de Proteção Ambiental Sapucaí-Mirim, Área de Proteção Ambiental Serra da Ibiapaba, Área de Proteção Ambiental Serra do Lajeado, Área de Proteção Ambiental Serra do Pito Aceso, Estação Ecológica de Murici, Floresta Nacional de Mulata, Parque Estadual Dunas de Natal, Parque Estadual Mata da Pipa, Parque Nacional do Catimbau, Parque Natural Municipal de Piraputangas, Reserva Particular do Patrimônio Natural Bela Vista e Reserva Particular do Patrimônio Natural Fazenda San Michele.

Levantamentos de fauna e estudos direcionados a sua localização e história natural são necessários para o conhecimento da real área de distribuição da espécie.

CHUNB (Coleção Herpetológica da Universidade de Brasília). Consulta. Departamento de Zoologia, Universidade de Brasília - UnB. Campus Darcy Ribeiro, Brasília, Distrito Federal.2014.

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Oficina de Avaliação do Estado de Conservação das Anfisbênias no Brasil

Local e Data da Avaliação: Iperó - SP, no período de 18 a 22 de agosto de 2014.

Facilitador(es): Márcio Roberto Costa Martins (USP) e Yeda Soares de Lucena Bataus (RAN/ICMBio)

Avaliadores :
Adriano Lima Silveira (MN/UFRJ), Carlos Frederico Duarte da Rocha (UERJ), Cristiano de Campos Nogueira (MZUSP), Fernanda de Pinho Werneck (INPA),  Geraldo Jorge Barbosa de Moura (UFRPE), Gisele Regina Winck  (UERJ), Marco Antônio Ribeiro Júnior (MPEG), Mara Cíntia Kiefer (UFF), Marco Antônio de Freitas (PARNA Catimbau), Marco Antônio Ribeiro Júnior (MPEG), Marinus Steven Hoogmoed (MPEG), Moacir Santos Tinoco (UCSAL),  Rafael Martins Valadão (RAN/ICMBio), Renata Cardoso Vieira (UFRGS), Renata Perez Maciel (UFRGS), Renato Gomes Faria (UFSE), Renato Recoder (USP), Robson Waldemar Ávila (URCA), Selma Torquato da Silva (UFAL),Síria Lisandra de Barcelos Ribeiro (UFOPA),Teresa Cristina Sauer de Ávila Pires (MPEG).

Colaborador(es):
Coleção Herpetológica da Universidade de Brasília (CHUNB) e Sistema de Autorização e Informação em Biodiversidade (SISBIO/ICMBio).

Apoio: Augusto de Deus Pires (RAN/ICMBio), Jéssica Fenker Antunes (Bolsista/RAN/ICMBio), Leonardo Gonçalves Tedeschi (UnB), Nadya Lima (Bolsista/RAN/ICMBio), Rafael Martins Valadão (RAN/ICMBio), Guarino Rinaldi Colli (UnB), Yeda Soares de Lucena Bataus (RAN/ICMBio)


familia nome_cient
Chelidae Acanthochelys macrocephala Rhodin, Mittermeier & McMorris, 1984
Chelidae Acanthochelys radiolata (Mikan, 1820)
Chelidae Acanthochelys spixii (Duméril & Bibron, 1835)
Testudinidae Chelonoidis carbonaria (Spix, 1824)
Testudinidae Chelonoidis denticulata (Linnaeus, 1766)
Chelidae Chelus fimbriatus (Schneider, 1783)
Chelidae Hydromedusa maximiliani (Mikan, 1825)
Chelidae Hydromedusa tectifera Cope, 1869
Kinosternidae Kinosternon scorpioides (Linnaeus, 1766)
Chelidae Mesoclemmys gibba (Schweigger, 1812)
Chelidae Mesoclemmys heliostemma (McCord, Joseph-Ouni & Lamar, 2001)
Chelidae Mesoclemmys hogei (Mertens, 1967)
Chelidae Mesoclemmys nasuta (Schweigger, 1812)
Chelidae Mesoclemmys perplexa Bour & Zaher, 2005
Chelidae Mesoclemmys raniceps (Gray, 1855)
Chelidae Mesoclemmys tuberculata (Lüderwaldt, 1926)
Chelidae Mesoclemmys vanderhaegei (Bour, 1973)
Podocnemididae Peltocephalus dumerilianus (Schweigger, 1812)
Chelidae Phrynops geoffroanus (Schweigger, 1812)
Chelidae Phrynops hilarii (Duméril & Bibron, 1835)
Chelidae Phrynops tuberosus (Peters, 1870)
Chelidae Phrynops williamsi Rhodin & Mittermeier, 1983
Chelidae Platemys platycephala (Schneider, 1792)
Podocnemididae Podocnemis erythrocephala (Spix, 1824)
Podocnemididae Podocnemis expansa (Schweigger, 1812)
Podocnemididae Podocnemis sextuberculata Cornalia, 1849
Podocnemididae Podocnemis unifilis Troschel, 1848
Chelidae Rhinemys rufipes (Spix, 1824)
Geoemydidae Rhinoclemmys punctularia (Daudin, 1801)
Emydidae Trachemys adiutrix Vanzolini, 1995
Emydidae Trachemys dorbigni (Duméril & Bibron, 1835)
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