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Crustáceos - Avaliação Setembro 2010

Inserir conteúdoEspécies de crustáceos do Brasil foram avaliadas regionalmente para definir seu estado de conservação de acordo com as categorias e critérios utilizados pela IUCN. Este trabalho representa um esforço conjunto do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e da Sociedade Brasileira de Carcinologia (SBC).

Dados sobre taxonomia, distribuição, tendências populacionais, ecologia, habitat, ameaças, história de vida e medidas de conservação foram compilados sistematicamente para cada uma das 130 espécies-candidata a fim de determinar a probabilidade de extinção de cada uma. As avaliações foram realizadas durante uma oficina, em Brasília, que ocorreu entre os dias 1 e 3 de Setembro de 2010, reunindo cerca de 30 especialistas para compartilhar informações sobre as espécies e suas ameaças. As espécies foram classificadas em diferentes categorias: Criticamente em Perigo (CR), Em Perigo (EN), Vulnerável (VU), Quase-Ameaçada (NT), Deficiente de Dados (DD) e Menor Preocupação (LC). Um total de 14 espécies (11,6%), 12 delas endêmicas do Brasil, foram listadas em um dos três níveis de ameaça (CR, EN ou VU). Vinte e cinco espécies (20,8%) foram listadas como Dados Deficientes, e desta forma, o número de espécies ameaçadas pode estar sub-estimado. O Critério B foi o mais utilizado durante as avaliações, e as principais ameaças identificadas estão associadas com a remoção da mata ciliar, causando assoreamento dos corpos d'água e despejo de efluentes domésticos, urbanos, industriais e agrícolas, degradando a qualidade da água. A distribuição geográfica das espécies ameaçadas mostrou que a bacia do Atlântico Sul contém o maior número de espécies ameaçadas.

AVALIAÇÕES
Macrobrachium carcinus, uma das espécies avaliadas no workshop
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